Pra quem trabalha ou é interessado em mídias sociais, encontrei essa pesquisa recente (fev 2011) sobre o perfil dos usuários de mídias sociais no Brasil realizada pela eCMetrics.
Confira!
Pra quem trabalha ou é interessado em mídias sociais, encontrei essa pesquisa recente (fev 2011) sobre o perfil dos usuários de mídias sociais no Brasil realizada pela eCMetrics.
Confira!
Muitas empresas ainda não ingressaram pra valer nas mídias sociais. Perguntas como “devemos usar nosso mailing para envio de newsletters?”, “qual é a função do Facebook?” ou “o “Twitter é mesmo efetivo?” fazem parte do cotidiano das agências digitais.
Tudo ainda é novo por aqui e é comum que elas ainda não se sintam seguras para investir em ações nesses canais, principalmente por não conhecerem suas particularidades e o que o usuário espera receber ao segui-la.
Quando pensamos em email marketing, já consolidamos algumas práticas, tornando mais fácil definir estratégias para uso da ferramenta. Porém, quando o assunto são as mídias sociais, não temos referências fortes para basear nossas ações. Ainda estamos descobrindo a maneira mais eficaz de usar esses canais.
Uma pesquisa recente feita pela ExactTarget-CoTweet, mostra razões pelas quais os usuários abandonam listas de emails, perfis no Twitter ou Facebook. O estudo feito nos EUA, mostra que o excesso de mensagens e baixa relevância são as principais razões da desistência.
1,561 usuários americanos responderam às perguntas entre dezembro de 2010 e janeiro de 2011. Vejam as principais constatações:
Pesquisa – Porque as pessoas deixam de seguir empresas
Razões para se descadastrarem de listas de email Marketing
- 54% emails chegam com muita frequência
- 49% conteúdo chato e repetitivo
- 47% recebem muitos emails e tem que sair da lista de algumas empresas
- 25% mensagens irrelevantes
Razões para desfazerem um “Curtir” no Facebook
- 44% excesso de postagens
- 43% mural com excesso de propaganda o levando a sair de algumas páginas de empresa
- 38% mensagens chatas e repetitivas
- 26% só curtiu a página para aproveitar uma ação promocional específica
Razões para deixarem de seguir a empresa no Twitter
- 52% mensagens chatas e repetitivas
- 41% mural com excesso de propaganda o levando a deixar de seguir algumas empresas
- 39% excesso de postagens
- 27% só seguiu o perfil para aproveitar uma ação promocional específica
Os números mostram que o desafio é encontrar o equilíbrio. No varejo, a busca de vantagens pelo consumidor é cada vez mais frequente. Tornam-se cada vez mais populares as promoções online, principalmente as de compras coletivas.
Em outros setores, atrair e engajar sem o apelo das promoções pode ser ainda mais desafiador. Porém, em todos os casos avaliar a quantidade e qualidade de mensagens é crucial para manter usuários.
Pra quem quiser ler a pesquisa completa, fica aqui o link.
E você, o que achou dos resultados da pesquisa? Já deixou de seguir alguma marca nas redes sociais? Conte pra gente!
A rede social LinkedIn lançou o InMaps, um projeto experimental que cria um belo mapa com suas conexões profissionais.
A ferramenta rastreia todas as suas ligações as separando em grupos com diferentes cores. Você poderá ver por exemplo seu grupo de colegas da empresa em um grupo, seus amigos pessoais e familiares em outros. Assim é possível ver a profundidade de suas ligações e também onde elas se interligam.
O InMaps serve também como um retrato que mostra onde suas conexões se cruzam e também os maiores influenciadores. Pessoas com pontos e fontes maiores possuem mais conexões e provavelmente mais influência em determinados grupos.
Ao finalizar sua imagem você poderá compartilhá-la com seus amigos. Eles criam uma landing page para seu mapa e disponibilizam botões do Twitter, Facebook e Linkedin para que você possa o espalhar em suas redes.
Veja o vídeo explicando a ferramenta:
O Facebook tem crescido no Brasil e apresentado um desafio às nossas empresas. O que leva o consumidor a querer fazer parte da comunidade de uma marca na rede social? Que ações dentro da rede podem ajudar a estimular o engajamento desses usuários?
Pois bem, para responder a essas perguntas, as empresas Co-Tweet e ExactTarge realizaram uma recente pesquisa para tentar entender o comportamento do consumidor.
Aqui vão as 10 principais razões que levam o usuário a seguir uma marca no Facebook:
Não é de se espantar que a maioria das pessoas gostaria de obter algum tipo de vantagem ao seguir uma marca. Isso explica também o grande sucesso das comunidades de compras coletivas no Facebook. Ofertas são com certeza uma forte isca na internet.
Outra informação interessante é que somente 13% dos entrevistados disseram entrar em contato direto com a empresa. Por isso, se sua comunidade não tem lá muita interatividade, não precisa se desesperar.
E você, segue alguma marca no Facebook? Conte pra gente!
O Twitter alcançou mais de 100 milhões de contas no ano de 2010. Pra marcar esse sucesso eles lançaram uma árvore muito interessante onde colocam os nomes dos famosos que ingressaram mês a mês na rede nesse ano.
Figuras como Bill Gates (@billgates), Cher (@cher), Tiger Woods (@tigerwoods) e até a presidente eleita Dilma Rousseff (@dilmabr) estão por lá.
O gráfico “Quem é novo no Twitter” é interativo e permite a visualização do primeiro tweet dos famosos profiles. Se você não encontrou seu famoso favorito por lá, dê um grito pro Twitter com sua dica através da #Hindsight2010.
Aqui vai o link!
Atualmente um dos assuntos que mais me atraem é o fenômeno dos social games como FarmVille, Mafia Wars e MyTown. Isso porque, além do grande número de pessoas viciadas nos tais joguinho, eles tem atraído investidores e marcas querendo atingir esses fiéis usuários.
Os dez joguinhos mais populares do Facebook tem, cada um, mais de 10 milhões de usuários ativos por mês. O crescimento é expressivo, cosiderando jogos que foram lançados depois de 2008.
Investir nesse universo pode ser muito interessante, mas muitas empresas nunca pensaram nessa possibilidade ou mesmo tem dúvidas em relação a quem é o público que joga online.
Uma pesquisa publicada no começo do ano revelou que a maioria dos jogadores de jogos sociais são mulheres de 43 anos. Ainda mostrou que muitas delas são mães. Surpresos? Pois bem, olhando de fora poderia-se imaginar que o público era de adolescentes ou crianças.
A pesquisa ainda descobriu que 55% dos jogadores são mulheres e 45% homens. As mulheres são as jogadoras mais ávidas, com 38% afirmando que jogam muitas vezes ao dia, contra 29% dos homens.
Outros resultados também são interessantes sobre o perfil dos jogadores, vejam só:
Farm Ville
62% mulheres
33% entre 18 e 34 anos
Mafia Wars
51% mulheres
28% entre 18 e 34 anos
Parece mesmo que as mulheres estão no centro das atenções também no universo dos jogos sociais. Daqui a pouco começaremos a ver mais jogos voltados para esse público e com grandes chances de sucesso.
E você, é fã de algum jogo social? Conte pra gente!
O Ibope publicou no Slideshare uma pesquisa feita sobre o fenômeno das redes sociais no Brasil com resultados bem interessantes.
O instituto, que conhece muito bem o brasileiro com base em suas inúmeras pesquisas, conseguiu mostrar a mudança de comportamento dos usuários e como essas redes entraram de vez no cotidiano das pessoas.
O Orkut, como já era de se imaginar foi e continua sendo a primeira mídia social da maior parte dos internautas. 82% iniciaram seu contato com esse universo através dele.
Outro dado bem surpreendente é em relação ao acesso das classes sociais. Até pouco tempo atrás muita gente acreditava que a classe C não acessava a web, porém a pesquisa mostra que ela divide com a AB a mesma fatia. São 45% do acesso para cada grupo.
Quanto as mais acessadas, os números não mudaram muito:
Para acessar a pesquisa completa, aqui vai:
Os blogs ganham cada vez mais importância, sendo hoje uma das mais importantes fontes de informações sobre produtos e serviços. E o melhor, são feitos por consumidores para consumidores, ganhando com isso mais relevância que qualquer site corporativo.
Um artigo do Social Media Today, mostra um estudo feito pela BuzzLogic and JupiterResearch, focada no comportamento de leitores assíduos de blogs, onde fala que eles são a primeira opção de busca informações confiáveis.
De acordo com a pesquisa, 47% dos consumidores online visitam blogs e eles tem um grande peso no processo de compra, influenciando a decisão final dos consumidores-leitores. 52% afirmaram que eles foram fundamentais nesse ciclo.
Algumas constatações:
E você, consulta blogs antes de efetuar uma compra? Conte sua experiência pra gente!
Você provavelmente já cansou de ler artigos de como as redes sociais mudam a forma como as pessoas se comunicam e consomem informação. Elas vem mudando de maneira colossal a forma que empresas fazem marketing, pois são canais com uma taxa de ROI (retorno sobre investimento) muito alto.
Social Commerce é exatamente o comércio eletrônico aliado aos conceitos sociais, também bastante explorados nas redes sociais e em sites da web 2.0, onde a compra é influênciada não apenas por amigos reais, mas por contatos online.
Usando a conversação para melhorar a conversão.
Redes sociais podem aproximar pessoas simplesmente por seus gostos em comum, muitas vezes chegando a nichos de mercado nunca antes imaginados, gerando conteúdo altamente específico. Exatamente para esse tipo de negócio é que o comércio eletrônico social acaba funcionando melhor, pois faz com que a conversação destas pessoas, com gostos altamente incomuns, gere uma melhor conversão em vendas.
Um conceito bastante interessante sobre comércio social é o das seis dimensões de Paul Mardsen que mostra as várias facetas do comércio eletrônico aliado ao conceito social, melhorando as vendas.
Os 6 dimensões do Social Commerce:
1. Compra social
2. Classificações e comentários
3. Recomendações e referências
4. Fóruns e Comunidades
5. Otimização de redes sociais (SMO)
6. Anúncios Sociais e Social Apps
Note que nem todas essas dimensões necessitam ser usadas ao mesmo tempo, podendo funcionar melhor para produtos e público-alvo específicos, e claro, de acordo com o enfoque do negócio.
Social commerce na realidade brasileira?
O brasileiro é um amante das redes sociais, sendo o maior grupo de usuários do Twitter e Orkut, contando com mais de 70 milhões de usuários. Mesmo assim, quando o assunto é e-commerce, não existem grandiosas inovações nesse sentido, sendo os sites de compra coletiva as maiores inovações por aqui.
O assunto do momento são os jogos sociais. Os números falam o porque. Quem usa o Facebook, ou já experimentou, ou ficou curioso pra saber o que tanto a tal fazendinha prende a atenção da galera.
O FarmVille, da Zynga, tem 78 milhões de usuários ativos mensais e se somarem todos os joguinhos do grupo, chegam a 235 milhões. Com essa quantidade de gente engajada, a empresa chegou a ser cotada por mais de $4 bilhões. Para uma empresa com menos de 4 anos de vida, não é nada mau!
O Facebook sozinho oferece mais de 100 jogos diferentes que contam com pelo menos 1 milhão de usuários ativos. É interessante notar que o público não envolve somente crianças ou adolescentes, muitos adultos estão também viciados nos joguinhos.
O questão é saber o retorno que os games tem gerado aos produtores, já que em boa parte deles é possível jogar de graça. As produtoras alegam que, enquanto a maioria espera pacientemente pra passar de fases e marcar pontos, uma minoria paga em dinheiro “real” para acelerar seus resultados.
É dinheiro vivo comprando produtos essencialmente virtuais. A estratégia é estimular o jogador a comprar a todo momento, condicionando as fases à compra de objetos ou ao compartilhamento de ações com seus amigos.
Outra forma de se ganhar dinheiro com eles é com a venda de publicidade. O “Colheita Feliz” do Orkut mostrou como. Há alguns meses, o Mini Bis disponibilizou uma semente azul, que era cultivada pelos usuários e virava uma árvore do chocolate tinha que ser protegida contra o roubo dos vizinhos. Dessa forma, além de fortalecer o branding eles também trabalhavam o conceito do Bis que é “Desconfie de todos”.
E você, curte algum jogo social? Conte pra gente!