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	<title>Heat Marketing Digital &#187; ações marketing digital</title>
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	<description>Marketing Digital &#38; SEO</description>
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		<title>Como as empresas lidam com comentários negativos</title>
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		<pubDate>Fri, 07 May 2010 13:38:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Candice Vitale</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[ações marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[como lidar com comentarios]]></category>
		<category><![CDATA[dicas redes sociais]]></category>
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		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Mídias sociais e relacionamento caminham de mãos dadas. Porém, ainda é comum encontramos clientes que temem pelas reações negativas que os usuários podem registrar nesse canais.

Como não há mais como controlar o que as pessoas tem a dizer, o negócio é se posicionar e encontrar meios eficazes para minimizar danos à imagem de uma marca.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mídias sociais e relacionamento caminham de mãos dadas. Porém, ainda é comum encontramos clientes que temem pelas reações negativas que os usuários podem registrar nesse canais.</p>
<p>Como não há mais como controlar o que as pessoas tem a dizer, o negócio é se posicionar e encontrar meios eficazes para minimizar danos à imagem de uma marca.</p>
<p>Na atual onda tecnológica que vivemos, não é difícil encontrar empresas que abrem perfis e os abandonam. O problema? Uma avalanche de comentários negativos, que, por não terem moderação e feedback algum da empresa, viram uma bola de neve podendo causar sérios prejuízos.</p>
<p>Porém, muitas empresas já aprenderam a reverter esses quadros. Com um bom gerenciamento, é possível mudar a imagem negativa de um cliente e até mesmo transformar um inimigo em um adminirador de sua marca.</p>
<p>Para entender como o mercado tem lidado com essa situação, a <a href="http://www.emarketer.com/" target="_blank">eMarketer</a> realizou um estudo onde verificou quais métodos as empresas tem utilizado para minimizar o impacto de comentários negativos na internet.  </p>
<p>Os principais resultados foram:</p>
<p><strong>47%</strong> Se envolvem diretamente com o autor do post ou notícia para retificar questões ou lidar com a experiência negativa,<br />
<strong>33%</strong> Procuram melhorar produtos e serviços para diminuir ou acabar com a ponto negativo,<br />
<strong>24%</strong> Encoraja outros a falarem positivamente pela empresa.</p>
<p>E você, como lidaria com essa situação? Conte pra gente!</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><a href="http://www.heat.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/negativebuzz.jpg" rel="lightbox[1814]"><img class="size-full wp-image-1813 alignleft" title="negativebuzz" src="http://www.heat.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/negativebuzz.jpg" alt="" width="332" height="456" /></a></p>
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		<title>Facebook ganha espaço no Super Bowl</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 16:25:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Candice Vitale</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[ações marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[campanhas redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[case redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades facebook]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[O tradicional <a href="http://www.nfl.com/superbowl/44">Super Bowl</a> americano espera repetir o sucesso dos anos anteriores, onde atingiu quase 100 milhões de espectadores. O grande evento da publicidade americana, que sempre contou com cifras milionárias, viu parte de suas verbas serem destinadas às redes sociais. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O tradicional <a href="http://www.nfl.com/superbowl/44">Super Bowl</a> americano espera repetir o sucesso dos anos anteriores, onde atingiu quase 100 milhões de espectadores. O grande evento da publicidade americana, que sempre contou com cifras milionárias, viu parte de suas verbas serem destinadas às redes sociais. </p>
<p>A Pepsi, que gastou em média $254 milhões no evento nos últimos 20 anos, preferiu investir no projeto de caridade &#8220;<a href="http://www.refresheverything.com/">Refresh Everything</a>&#8220;. A idéia é oferecer $20 milhões em prêmios para projetos que levem benefícios para a comunidade em diversas categorias como saúde, cultura e artes, educação entre outros.</p>
<p>O Facebook faz parte dessa nova estratégia de investimento, não somente como canal de apoio, mas entrando com força na campanha. A Pespi criou um canal exclusivo para o projeto que já conta com mais de 313 mil fãs. Com certeza a ação já é um sucesso de público.</p>
<p>Outra marca que aderiu às mídias sociais é a <a href="http://www.doritos.com/">Doritos</a>, parte de uma divisão da PepsiCo.  Somando ações de televisão e Facebook, a marca abriu votação para seis vídeos criados por fãs que irão passar durante o Super Bown.</p>
<p>Empresas como a Coca-Cola em seu projeto &#8220;<a href="http://www.vivapositivamente.com.br/">Viva Positivamente&#8221;</a> e a <a href="http://budweiser.com/">Budweiser</a> também tem utilizado suas comunidades oficiais na rede social para dar força às suas campanhas, nesse momento, dando ênfase ao campeonato americano.</p>
<p>Esse movimento indica como as mídias sociais tem ganhado espaço quando o assunto é marketing. Com investimentos menores que nas campanhas tradicionais, o nível de engajamento do público é surpreendente e os resultados muito positivos.</p>
<p>A tendência é vermos cada vez mais ações criativas surgirem nesses canais e o fortalecimento do marketing digital. É ponto pra internet!</p>
<p><a href="http://www.heat.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/pepsi_comunidade_pq.gif" rel="lightbox[1363]"><img src="http://www.heat.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/pepsi_comunidade_pq.gif" alt="" title="pepsi_comunidade_pq" width="500" height="338" class="alignright size-full wp-image-1368" /></a></p>
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